Obcecado pela filhinha

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Casei com minha mulher porque ela engravidou. A gente nem era namorado, só era uma trepada eventual e ela era muito quente na cama. Uma buceta quente, carnuda que vivia melada. Sabe aquelas safadas que a gente começa a sair pensando que é direita e depois elas que elas se soltam mostram o quanto são depravadas? Pois minha mulher é assim. Sendo que bem mais nova que eu.
Transava com ela dentro do carro, às vezes, dirigindo, alisava as pernas dela, que se abria e socava o dedo na buceta gostosa dela.
Depois de uns sete meses saindo com elas e com outras, ela engravidou. Ela tinha 19 e eu 34. Quis cumprir meu papel, já que ela tava grávida, eu iria criar meu filho. Não por ela, mas pela criança. Ficava pensando que ia ser criada por aí sei lá como.
A nossa filha nasceu (não vou citar nomes pra não comprometer e nem vou inventar outros) e era a coisa mais linda. Branquinha igual à mãe, o cabelo castanho, parecia uma bonequinha. Eu já morri de ciúmes desde que ela tava no berçário. Tinha ciúme até da mãe dela.
Superprotegi minha filha. Não queria nenhum perigo rondando ela. Se pudesse eu colocava ela numa redoma, dentro do quarto e só eu iria lá. Era doente de ciúme. Se alguém falava mais alto com ela eu já estourava. Assim, ela foi crescendo muito mimada. Tudo que ela quisesse eu dava. Bastava fazer beicinho e eu comprava o que ela quisesse.
Eu dava banho nela, eu enxugava, eu trocava a roupa, dava comida, levava e trazia do colégio, colocava pra dormir. Tudo era eu. Embora nunca tivesse feito nada de errado com ela, confesso que era uma tentação olhar aquele corpinho branco lindo, parecia de porcelana. Uma xoxotinha bem branquinha e rosa por dentro e um cuzinho que era um botão rosado.
Depois do banho eu deitava ela na cama e ela se arreganhava toda, segurando as pernas, pra eu passar pomada e talco. Era meu deleite ver minha princesinha só minha daquele jeito.
Muitas vezes deixava ela brincar nuazinha em cima da cama, só pra ver ela pular, cair, se ajoelhar, engatinhar e e ficar de quatro na cama. Ficava horas – de pau duro, admito – olhando meu bebezinho delicioso. E até apertava meu pau com força por cima da calça.
A mãe dela e eu não tínhamos mais muita vida sexual. Apesar de ainda trepar com ela, era de vez em quando e eu fudia ela gostoso. Mas não era frequente e eu não tinha tanto tesão em fuder ela todo dia. Às vezes passava de semanas sem uma trepada.
Eu comprava algumas revistas pornôs e DVDs e batia muita punheta com eles.
Quando a minha mimadinha estava com 10 anos, continuava linda, eu fazia questão que ela se trocasse na minha frente, escolhia a roupa, calcinha, tudo, queria continuar olhando seu corpinho delicioso, que a cada dia parecia mais gostoso. Muitas vezes esperei ela dormir e quando fui ajeitá-la na cama, puxei a calcinha pro lado e abri as pernas pra ver se continuavam lindos seu cuzinho e bucetinha. E eram cada dia mais gostosos. Tive muita vontade de fazer muitas coisas, mas não ousaria machucá-la. O máximo que fazia era passar o dedo, sem empurrar e sem forçar, alisando. E quando ela se queixava de dor ou ardência, eu passava pomada ou óleo johnson, e quase gozava nas calças de tanto tesão em alisar aquela delícia de bucetinha vermelha que se contraía quando meu dedo passava.
E eu fazia tudo, absolutamente tudo que ela queria. Roupas, cinema, sorvete, parque, brinquedos, tudo que ela quisesse eu dava sem piscar.
Um dia, ela brincado no meu quarto enquanto eu trabalhava achou minhas revistas pornôs. Quando me dei conta ela estava sentada de frente à gaveta aberta, folheando aquelas páginas cheias de putas sendo fodidas por caras roludos.
Corri, meu coração disparou. tomei das mãos dela, fechei e briguei. Estávamos sozinhos em casa. Ela começou a chorar e espernear. Eu não queria ceder, mas ela chorava, esperneava, se jogava no chão, derrubava coisas no chão, jogava brinquedos longe, porque queria ver a revista.
Fiz ela prometer que não contaria pra ninguém e mostrei. Deitei ela na cama, de bumbum pra cima e dei a revista para folhear. Deitei do seu lado enquanto ela arregalava os olhos curiosos. Antes isso pra mim era impensável. Mas foi me dando um tesão que meu pau parecia que ia rasgar a calça. Os olhos dela brilhavam e ela passava as páginas observando detalhadamente as fotos.
Então passei a comprar novas revistas pra ela, mas tinham duas condições: ela só podia ver comigo presente e não podia mostrar pra ninguém.
Várias vezes, à tarde, quando eu já tinha chegado do trabalho e ela do colégio, ela tomava banho e muitas vezes, de toalha, eu a fazia deitar na cama e mostrava a revista nova.
Ficava alisando o cabelo dela, e me deleitava com o rosto dela, a atenção, a boca dela ficava prestes a babar. Algumas vezes abri as perninhas dela discretamente (outras ela mesmo dobrava uma das pernas, ficando toda arreganhada e dava pra ver a bucetinha melada). Como ela sabia ler, ficava lendo baixinho os textos e sempre que ela pronunciava pau, cacete, buceta, meu pau inchava até quase explodir.
Depois de um tempo eu e a mãe dela separamos. Ela sabia que eu não ia abrir mão da guarda da minha filha, por isso nem brigou. Fiquei com ela, e a mãe sumiu no mundo. Ligava vez por outra.
Um dia, disse pra ela que tinha um presentinho novo. Ela ficou eufórica. Do mesmo jeito dos outros, deitei ela na cama, agora de frente pra TV, de toalha apenas, e sentei recostado no encosto da cama. Liguei o DVD e mostrei o primeiro vídeo pornô a ela.
Ela olhou pra mim com os olhinhos brilhando. Riu, gargalhou e ficou toda felicidade. Queria ver na hora.
Ela assistia as cenas, abria as pernas na cama e eu atrás assistia sua bucetinha melada se abrir e fechar. Ficava vermelha feito um morango, inchada, e eu colocava um travesseiro no colo e metia a mão nas calças, batendo uma punheta deliciosa. Não sei se ela sabia o que me causava, mas às vezes deitava por cima das almofadas, ficando com a bunda empinada e arreganhada, e às vezes coçava a bundinha, de um jeito que se abria mais, parecia uma cadelinha no cio. Algumas vezes fiz vídeos no celular pra me deleitar depois. Lambia a tela do celular, pensando que era a bucetinha dela.
Assistíamos filmes juntos quase todos os dias, sempre que ela queria. Ela nunca se masturbou na minha frente, mas algumas vezes entrei no quarto (ou observei pela fechadura) e ela estava se dedilhando, arreganhada. Das vezes que tentei ver, ela não deixou. Me mandava sair. Eu não dizia que queria olhar, apenas inventava uma desculpa e agia como se não tivesse notado. Mas tinha ciúmes. Queria tudo dela. Se ela queria dedar a buceta, eu queria ver. Mas respeitei, por causa dos escândalos que ela dava se eu tentava ver. Batia punheta feito um louco. Olhava os vídeos dela arreganhada vendo pornô e lembrava das vezes que vi seus dedos amassando aquele grelinho vermelho que eu queria todo pra mim.
Com o começo da adolescência ela foi se afastando de mim, como toda garota. Eu ainda batia punhetas pensando nela, enlouquecia se via ela de calcinha e sutiã, e sobretudo morria de ciúmes dela. Não deixava ninguém se aproximar.
Mas cada vez mais distante de mim, ela tinha o mundinho dela do colégio. Com 12 anos, ela trazia amigos em casa pra estudar. Eu exigia que fosse na nossa casa. Não queria saber dela na casa de ninguém. Entre risadas, lanches, pizzas e cochichos eles conversavam. Vinham várias meninas e geralmente um ou dois meninos.
Quando comecei a notar que um menino aparecia com mais frequência, fui direto com ela. E ela foi direta falando que era seu namorado. Ele tinha pedido ela em namoro dois dias antes. Quase morri. Não sei como não infartei. Era um menino de 15 anos, negro, alto e tímido, mas de ombros largos. Era educado e calado, mas pra mim era digno de morte. Queria matar o garoto. Briguei feio com ela esse dia. Dei um escândalo e ela outro e pela primeira vez, bati nela. Coloquei ela de bunda pra cima no colo depois de segurá-la enquanto ela tentava me bater, desci as calças dela e meti a mão na sua bunda. Ela gritava até não poder mais e eu enchia sua bunda branca nua de tapas. Quando me dei conta, vi sua bundinha arreganhada toda vermelha, muito vermelha e seu cuzinho e bucetinha que há tempos eu não viam estavam ali na minha frente. Parei e contemplei, enquanto ela chorava vencida. Quis tocar, mas ia ser pior. Ainda estava com muita raiva, e muito tesão. E mandei ela ir pro quarto empurrando ela no meu colo. Ela praticamente caiu de joelhos e eu a vi de quatro mais uma vez, a bucetinha tinha poucos pelinhos, lisos e ralos. Fui pro meu quarto, me tranquei e bati uma punheta que há tempos não batia. Cheia de ódio, esporrei a cama inteira. Se eu pudesse, tinha fudido ela com toda raiva que eu tava.
Depois a consciência doeu. Eu havia surrado ela com força. Quando saímos dos nossos quartos, ela não conseguia andar direito, com dor no bumbum. Passou dois dias sem falar comigo, sem me responder e sentada de lado. Isso me angustiou e enlouqueceu, de culpa e de medo dela não falar mais comigo. Cedi.
Disse a ela que podia namorar o garoto, desde que sempre lá em casa e quando eu estivesse. Namoro de sofá.
Fizemos as pazes, e sempre que queria algo ela me chantageava com a surra que levou.
Fiquei na mão dela.
Ele agora chegava com ela todo dia depois da aula. Depois ia pra casa tomar banho e ela tomava o banho dela e se perfumava praquele moleque.
Ficávamos na sala. Eu trabalhando ou vendo TV, eles trocando carinhos e sussurros, ou vendo o celular juntos no sofá. Eu tinha que suportar os barulhos dos beijos, por causa das chantagens dela. Mas quando via uma passada de mão na coxa, eu já resmungava e os dois se continham. Eu morria de ciúmes mas não imaginava que ela tinha oportunidade de fazer nada de errado. Tinha certeza que ela era virgem e não ia ser aquele moleque que ia fazer nada com ela. Apesar de às vezes – ao ter saído e voltar pra sala – eu flagrar ela no colo dele ou um alvoroço qualquer, eu achava que era só aquilo. E já queria matar o garoto.
Um dia estávamos os três na sala. Ele de bermuda e camiseta e ela de sainha curta e blusa de alcinha. Eu estava muito concentrado no meu trabalho ouvindo as risadas e sussurros de sempre. Ela, como sempre, foi deixá-lo até a porta. Todos os dias ela fazia isso. Ia deixar ele na porta, depois passava pro seu quarto e se trancava lá até o dia seguinte. Ele geralmente ia embora dez e meia ou onze horas. Então ela já se despedia de mim muito feliz com um beijo, fazendo carinha de sono e ia dormir.
Nesse dia, ouvi no meio dos sussurros um “safada”. Aquilo me gelou o peito. Me veio um misto de sentimentos e eu fiquei inquieto. Não me concentrei mais no trabalho.
Ela saiu pra deixá-lo até a porta, e geralmente ela demorava uns dez minutos (se fosse mais que isso eu já chamava pra entrar). Ela deixou o celular na mesa da sala e eu – acometido pelo ciúme – fui ver o que tinha lá. Olhei primeiro os vídeos e as fotos e quase caí duro quando encontrei fotos do pau do garoto, vídeos dele batendo punheta. Também tinham vídeos dela enfiando os dedos na buceta. Batendo aquelas siriricas quef sempre foram objetos do meu desejo. A bucetinha rosada ensopada. Ou fotos dela com os peitos de fora, ou de quatro, mostrando a bucetinha e o cu. Passei por todas rápido, com ódio. Estava pronto pra confrontar ela quando voltasse. Não queria ver o garoto na minha frente porque queria matar. Fui no whatsapp dela e as mensagens deles dois tinham as conversas mais cheias de putaria que eu podia supor. Ela dizendo que tava louca pra chupar o pau dele, ele dizendo que queria fazer o mesmo com a bucetinha dela. Ela falava em tomar no cu, levar rola, que queria muito levar muita rola na cama dela. Que gozava imaginando a pica dele dentro dela.
Ouvi barulho e imediatamente saí da conversa e apaguei a luz do celular. Pus no mesmo lugar e fui sentar diante do computador. Eu quase babava de raiva. Fiquei mudo, cego.
Quando ela voltou, veio fazendo carinha de sono, esfregando os olhos e me dizendo que me amava muito, que eu era o melhor pai do mundo, e que ia dormir pra acordar cedinho.
Eu não conseguia responder. Tava pra infartar de tanta raiva. Queria gritar, bater, matar. Fiquei com medo de perder o controle e deixei ela ir deitar. Mas não consegui mais fazer nada. Fiquei andando pela sala, depois sentava diante do computador e remoía, relembrava. A boca seca, fui na cozinha beber água. Ficava pensando se acordava ela pra brigar ou não. Esperava me acalmar pra falar. Senão podia machucá-la ainda mais que da outra vez.
Fiquei parado um bom tempo na cozinha engolindo goles de água. Nossa casa tinha um jardim lateral com bancos de cimento, era bem cuidado, uma varada no fundo, que dava pro quintal e a garagem era na frente da casa. Pra esse corredor lateral onde havia o jardim e os bancos davam as janelas do quarto dela e do quarto de hóspedes.
Ouvi um barulho e sussurros, seguidos de um “Psiu”. Não podiam ser ladrões pois a casa era bem segura com cerca elétrica e alarme. Pensei que era ela falando com ele no quarto dela. Cheguei perto, pé ante pé, encostei o ouvido na porta e estava o mais profundo silêncio. Fui andando pelo corredor e ouvi novamente risadinhas e sussurros. E um gemido abafado. Fui até o quarto de hóspedes, que estava com a porta aberta, mas não acendi a luz. Tentei ouvir e percebi que o barulho vinha do jardim lateral.
Fui devagar na janela e – nessa noite de surpresas – vi minha filha de joelhos no chão, chupando o pau do namorado, que não tinha ido embora. Estava escondido na lateral da casa. De onde eu estava, não podia ver o pau dele, mas via ela de quatro no chão, a bucetinha aparecendo por baixo da saia. Até sem calcinha ela estava. A cabeça se movendo e o barulho da chupada e gemidos dela como se estivessse quase engasgando. Fiquei em choque, paralisado, meu corpo todo formigava, eu tremia, e não conseguia sair do lugar. De onde eu estava via – pelas persianas da janela, agora as pernas dela, se posicionava pra sentar no colo dele. Ouvi o gemido dela ao sentar devagar no colo dele. Melhor dizendo, na piroca dele. Olhei pelas persianas mais de cima e vi ela começar o movimento de sobe e desce. Mirei entre as pernas pra ver o que eu não queria ver. Ela subia e descia no pau dele. A piroca preta dele entrando na bucetinha branca e vermelha que era minha. Eu não conseguia reagir. Estava em estado de choque. Ela subiu e desceu algumas vezes, depois virou de frente pra ele encaixou de novo. Vi as mãos dele na bunda dela, abrindo, arreganhando e vi detalhadamente aquela piroca grande e fina abrir a bucetinha da minha princesinha. Ela gemia e rebolava, subia e descia e às vezes ele subia o corpo com violência. Fazia um barulho abafado da socada que ele dava. Depois faziam “psiu” e diminuiam o ritmo. Com as pernas tremendo, fui descendo as mãos, e passei diante do meu short. Meu pau estava uma pedra. Não me punhetei pra evitar barulho, mas segurei o tempo que durou a foda dos dois, até que ela desceu de uma vez e enfiou o pau dele na boca, e ele gozou na boca dela, que mamou gostoso tudo. Pararam uns segundos, e ela se recompôs enquanto ele se preparava pra ir embora. Fui calado e silencioso pro computador. Não aguentei, fui pro meu quarto e acho que bati três punhetas ou mais, até que não saía mais nada na gozada. E ainda dormi de pau duro.
No dia seguinte, depois de uma noite quase em claro, fui deixar ela no colégio e – já de caso muito bem pensado – instalei câmeras pela casa. Minúsculas, mas de ótima resolução. Paguei caro, mas coloquei em lugares estratégicos. No quarto dela, no banheiro dela, no jardim e na varanda do quintal e na mesinha da sala, escondida em um vaso de flores que mandei colocar bem de frente ao lugar que eles sentavam todos os dias.
No jardim e na varanda, coloquei na altura da janela, escondida nas treliças, pra imagem ficar bem próxima da foda deles.
Então descobri que minha filha é uma depravada. Safada, que não deu o cu – pelo menos em casa – mas que adorava levar dedada no rabinho, não demoraria a ser enrabada por aquela piroca (eu tinha tesão em imaginar e ver, já que não podia ser a minha). Ela namorava na sala com ele sem calcinha. Eu agora menos rigoroso dava mais folga pra eles fazerem safadezas. Flagrei ele apertando os biquinhos dela ou chupando, enquanto eu ia ao banheiro. Ela se abrindo no sofá pra ele enfiar dois dedos na buceta gulosa dela. Ela chupando ele na sala enquanto eu ia na cozinha. Cada folga que eu dava, era uma putaria que rolava. Ele comeu ela de quatro no sofá no dia que eu “resolvi” tomar banho e deixá-los na sala. Todos os vídeos eram transmitidos on line pro meu notebook e eu podia deixar gravados. Claro que deixava e assistia depois, me deliciando. No quarto dela, o flagra era outro. Era ela se mostrando na internet (imagino que pra ele), se masturbando deliciosamente e gravando com o celular. Minha filha era uma safada, uma puta igual à mãe. Ao invés de odiar o garoto, passei a pensar em uma forma de desfrutar também da putinha que minha princesa tinha se tornado. Já que o garoto da piroca preta enfiava aquela rola nela, a minha jeba grossa e bem maior merecia também, pois bancava a putinha particular daquele garoto.