Um anjo de sobrinha

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Tenho uma sobrinha, chamada Gaby na qual sempre tive desejos por ela. Gaby é lindinha, lourinha, olhos azuis, todo delicadinha, voz bonita, um verdadeiro anjinho. Desde criancinha, quando ela ficava lá em casa, minha esposa que é muito ocupada, pedia que eu a banhasse. Era uma verdadeira brincadeira. Eu a ensaboava passava o sabão delicadamente em todo seu corpinho lindo e branquinho, mas tinha receio de passar as mãos em suas partes intimas, por mais que tivesse muito desejo de dedilhar sua bucetinha para ver sua reação. Mas Gaby sempre me alertava:
– Titio, o senhor esqueceu de passar sabão na minha perereca!
Eu dizia que ali, era ela que tinha que lavar. Ela lavava achando graça. Quando ela completou 12 anos, começou a dormir lá em casa com freqüência, pois gostava da nossa companhia. Como não tínhamos filhos ainda, praticamente adotamos Gaby como nossa filha. Às vezes ela pedia para dormir em nossa cama, meio da gente, lógico que eu evitada qualquer contato, mas era quase inevitável. Gaby abraçava minha mulher e arrebitava a bundinha de tal maneira que, forçosamente, eu tinha que me esfregar nela, senão caia no chão. O problema é que nessa idade, ela já estava com 1,70 de altura e um corpinho ainda em formação, porém lindo. Percebi que poderia tentar algo com ela, quando certo dia entrando no meu quarto, vejo a luz do banheiro acesa, era Gaby que estava acabando de se banhar, enxugando o corpo. Eu fiquei estático observando a cena dela nua em pelo. Ela estava de olhos fechados, de frente pra mim, os cabelos loiros molhados escorrendo pelos ombros, passava a toalha nas costas com as duas mãos, fazendo seus peitinhos saltarem mais ainda, totalmente durinhos, empinados, com aureolas cor-de-rosa. O que fez meu pau ficar duríssimo na hora. Suas pernas semi-abertas deixavam à mostra o que via antes, porém agora com um pequeno tufo de pelos louros e lisos sobre sua bucetinha, que transparecia toda sua xaninha, que mais parecia uma flor com petolas clarinhas com seus lábios vermelhos salientes, que apesar de pequena, por sua idade e desenvolvimento do seu corpo já agüentaria meu pau inteiro dentro. Minha vontade era de agarrá-la, lambê-la, beijá-la e penetrar meu pau em sua bucetinha, fazendo tudo o que desse prazer. Ficamos assim por alguns segundos, mas parecia que o tempo havia parado! Gaby abriu seus olhos e assustou-se tentando tapar os seios e a sua bucetinha com as mão, fazendo com que a toalha caísse no chão. Ela se abaixa ficando meio que de quarto para pegar, empinando sua bela bundinha. Eu vou embora apressadamente do quarto, com receio que ela, enfurecia, contasse a minha mulher. Ainda bem que isso não aconteceu, ela fingiu que nada houve e eu também, mas aquela visão ficou gravada na memória. Há todo momento eu lembrava, meu cacete endurecia na hora, em qualquer lugar, por mias que tentasse, não conseguia tirar o desejo da minha mente. A noite eu tinha que despejar em minha mulher, todo esse desejo, para aliviar meu tesão. Minha esposa gostava, embora não entendia de onde vinha tamanho apetite sexual.
Passou uma semana e Gaby pediu novamente para passar o final de semana em nossa casa. No sábado eu tentei de todas as formas evitá-la, Fiquei enfurnado na sala onde fica o computador, com a desculpa de fazer um trabalho urgente para entregar na segunda bem cedo no trabalho. Meu pau não amolecia por nada, então pensei em ficar na sala até altas horas da noite, por que minha mulher sabe que quando estou trabalhando, não gosto de ninguém incomodando, assim não teria contato com meu objeto de desejo. Lá por volta dás 00:00, batem na porta, pensando que era minha esposa me chamando para dormir. Quase tive um mal súbito quando abri a porta! Era Gaby com um lindo sorriso, usando um Gaby dool clarinho de cetim, curtíssimo que mal chegava ao final da bundinha, com uma alcinha que deixava apenas os biquinhos dos seios tapados. Perguntei por minha mulher. Ela respondeu que já estava dormindo há muito tempo, pedindo com sua voz doce de menina mulher, folhas de papel, pois estava sem sono e queria escrever um negocio.
Eu quase mudo, a digo que o papel estava na parte de baixo do armário atrás ela. Gaby se vira e curvasse bastante, para pegar o papel, parecendo proposital. O baby dool descobri sua bundinha, ela estava com uma tanguinha branca de lacinhos nos lados, bem pequenininha. Que maravilha aquela bundinha; branquinha, grandinha e redondinha, com suaves curvas e sua tanguinha quase enfiada no reguinho. Gaby fica naquela posição mais tempo de o necessário, fazendo minha pica ficar dura igual a uma rocha. Eu estava vestindo um short sem cueca, era inevitável que quando ela virasse de frente pra mim, iria ver minha situação. Quando ela virá e vê, sou tomado pela loucura do tesão, rapidamente baixo meu short mostrando todo o meu desejo por ela. Meu pau latejando com a cabeça vermelhíssima, cheio de veias e grosso. Ela fica parada na minha frente, com extrema curiosidade, sem mover os olhos, que estavam fixos em meu cacete, com aquela idade e com os cuidados da família, acho que ela nunca havia visto m pau duro cheio de tesão. Eu não agüento de tanto desejo e começo a bater punheta, apertando forte meu pau, movendo bem de vagarinho:
– Você já viu um pinto duro antes, Gaby?
Ela mexe com a cabeça pra dizer não.
– Você quer que eu continue a mexer nele, Gaby?
Mais uma vez, ela balança a cabeça de forma positiva, sem tirar os olhos da minha pica.
– vem cá, pega nele!
Ela diz que não! Continuo a bater punheta como se estivesse enfiando nela. Ela fala com excitação na voz:
– Tio, é grande e muito grosso!
– Gaby, você quer ver meu gozar? Sai leitinho quando eu gozo, quer ver?
Gaby balbucia e diz:
– Eu quero!
Nessa altura, uma alça do seu baby dool cai e um seio aparece. Não agüento e gozo, ejaculando porra sobre tudo, caindo um pouco em cima dela. Gaby fica com a boca entre aberta como se estivesse tendo um orgasmo também. Quando acabo de gozar, ela sai em disparada para o quarto. Passados um mês mais ou menos, sem que tivesse noticias de Gaby, pois ela havia viajado para casa dos avos. Minha esposa me fala que ela iria completar 13 anos e que seu desejo era ter um notebok. Eu falo que íamos realizar o desejo dela. Ela já havia retorno da casa dos avos, eu entro no face, Gaby é viciada e só vive online:
EU – Vou realizar seu maior desejo!
Gaby – Qual?
EU – O maior que você tem qual é?
Após um breve silêncio.
Gaby – Ganhar um notebok?
Eu – Isso mesmo! Vou te dar um de presente de aniversario de 13 aninhos.
Gaby – Jura?
Eu – Sim, mas você tem que fazer duas coisas, duas promessas. Você faz?
Gaby – Faço sim, o que é?
Eu – Primeiro você tem que guardar segredo, sua tia quer fazer uma surpresa …. depois você tem que me dá um abraço, bem forte… Você faz?
Gaby – Eu faço.. eu faço.. Não vou contar pra ninguém … eu juro!
Gaby- O abraço é o senhor e que tem dar.. bem forte.. eu deixo..
O presente foi entregue no seu aniversario! Ela vibrou conforme o combinado, fingindo surpresa. Na semana seguinte ela novamente veio passar uns dias lá em casa. Quando abro a porta e tento abraçá-la, Gaby me empurra, furiosamente, saindo correndo em direção ao banheiro, pois minha mulher estava no banho, chamando minha esposa. Eu fico até meio tremulo, achando que ela iria contar alguma coisa, mas ela não contou nada. Fico confuso com atitude de Gaby, resolvo usar a mesma tática. Eu digo a minha esposa que vou fazer um trabalho muito importante, me trancando na sala do computador, não tendo nada o que fazer, além de ficar pensando na rejeição de Gaby. Começo a pensar que era muita loucura minha, o que estava tentando fazer com ela, isso poderia acabar com meu casamento e afirmo que vou esquecer tudo isso!Acabei pegando no sono no sofá, quando do nada, percebo a porta abrindo lentamente. Gaby tinha pegado a chave de sua tia para abrir a porta e trazia seu not. Levantei na hora como susto! Gaby pede para que eu a ensine a mexer em alguns programas. Não consigo responder nada vendo aquela nifetinha de meias brancas e uma camiseta bem larga. Como se nada tivesse acontecido, quando chego perto, Gaby abre o not e senta na cadeira e fala:
– Tio, como usa a Power-point? Me ajuda tio?
Eu vou por trás dela e aperto as teclas de comando. Ela sorrir de alegria! Para ensiná-la eu passo os braços em sua volta para alcançar o teclado, pegando em suas mãos a orientando, sussurrando baixinho em seu ouvido:
– É assim que se faz, viu? É fácil, tenta agora!
Enquanto ela tentava, eu coloco minhas mãos em suas coxas e fico alisando, aquela penugem loira. Gaby não fala nada nem reage! Subo as mãos até alcançar sua calcinha:
– Sua tia já dormiu?
– Já está até roncando!
Eu fico com uma mão sobre a calcinha dela e subo a outra por dentro da camiseta, acariciando seus seios, passando os dedos nos biquinhos, que começavam a ficar duros! Peço a ela abri um pouco as pernas, Gaby abre imediatamente. Então começo a massagear sua vulva por cima da calcinha. Ela para de teclar e eu pergunto:
– Quer que o tio pare? Posso continuar?
– Continua tio!
Após alguns momentos de carinhos, ela diz:
– O senhor quer aquele abraço agora?
Eu a faço ficar de pé, dando um abraço pela cintura e ela passa os braços pelo meu pescoço:
– Gaby, pode ser um abraço bem forte?
– Pode tio, bem forte!
Eu a puxo mais, encostando meu pau duro em cima da sua bucetinha e começo a esfregar bem forte:
– Abre mais as pernas, Gaby, que fica melhor!
Ela abre e começa a rebolar se esfregando na minha rola dura, enquanto me apertava mais com os braços, respirando ofegante em meu pescoço. Levanto sua camiseta, deixando-a só de calcinha. Começo a mamar seus peitinhos lindo duros de tesão, passando a língua. Ela continuava a rebolar se esfregando no meu pau. Vou deitando com ela no sofá, ficando por cima dela. Beijo sua boca, descendo com a língua pelo pescoço dela, indo mais para baixo mamando ainda mais seus seios. Ela abre mais suas pernas, fico esfregando como se estivesse fudendo. Começo a tirar meu short, eu estava sem cueca. Olho para Gaby e puxo sua calcinha de lado. Pergunto de posso continuar, ela fala não fala nada, apenas balança a cabeça. Então eu chupo sua bucetinha loura e pequena, que já estava melada, sugando todo o seu caldinho, passando a língua na entrada e nos lábios branquinhos e lisos, arrancando suspiros mais altos dela, lambendo seu grelinho cor-de-rosa. Fico em pé de joelhos no sofá e começa a descer sua calcinha, minha pica dura latejando de tesão:
– Tio, eu nunca fiz, vai doer muito quando entrar no buraco?
– Calma, Gaby, só vou esfregar meu pinto na sua xaninha, não vai doer nada!
Coloco meu pau na rachinha e começo o movimente de vai-e-vem. Gaby completamente ensopada diz:
-Coloca no buraco tio, coloca tio!
Posiciono a cabeça da minha pica na entrada da xoxotinha de Gaby, e vou lentamente forçando a entrada. Ela começa a sentir dor, mas vai agüentado, abrindo instintivamente mais suas pernas. Sua bucetinha começa a engolir a cabeça do meu pau, até passar todinha. Começo lentamente a penetrar sua xoxota, já estava com mais da metade em seu buraquinho. Quando Gaby, com sua voz tremula, pede para eu para um pouco, por que estava doendo um pouquinho, em seus olhos azuis, vejo algumas lagrimas saindo. Espero um pouco e pergunto:
– Agora o tio pode ter dar aquele abraço muito, muito forte?
– Pode me abraçar tio! E meter seu piru grandão em mim! Mete Tito!
Começo a fuder a bucetinha apertada de Gaby, que gemia e rebolava toda. Aí nós dois explodimos em um gozo único, com eu enchendo sua xota de porra. Ela fica relaxada da cabeça aos pés, cravando suas unhas em minhas costas:
– É gostoso transar tio! Eu quero mais seu piru na minha xerequinha!
Transamos por muito tempo nesse dia. No dia seguinte todo normal, Gaby estava usando um vestidinho preto um pouco curto, mais nada de mais. À tarde fui para sala novamente, quando ela entrou com o not na mão. Perguntei sobre minha mulher, Gaby disse que havia saído para ir à casa da vizinha. Ela estava parada em minha frente, com cara de quero mais. Pego seu not, coloco em cima da mesa, levanto seu vestido, tirando sua calcinha, abaixo meu short. A puxo para perto de mim, tiro as alças do vestido, deixando amostra seus peitinhos. Gaby sem eu mandar, senta no meu coloca esfregando sua bucetinha no meu pau e diz:
– Coloca seu piru na minha xerequinha de novo tio! Passei o dia todo querendo isso!
Coloquei meu pau na entrada, fazendo Gaby descer até sua bunda bater no meu saco. Fudemos gostoso!