Sacanagem em família – o padrasto 1

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Me chamo Pedro, tenho 16 anos. Corpo magro, branco, com poucos pelos, cabelos escuros um pouco compridos, 1.72m. No todo sou só magrelo, nada feio, bunda normal, pinto também dentro da padrão brasileiro. Sou filho de mãe solteira, fruto de uma foda descompromissada entre minha mãe e meu desconhecido pai, cujo o nome não sei. Vivemos só, eu e ela, até meus onze anos, quando ela conheceu o Carlos. Namoraram por dois, noivaram e acabaram casando.
Assim, aos treze anos, Carlos foi morar conosco. Ela o havia me apresentado depois de seis meses de namoro, e o vi depois disso só mais algumas poucas vezes. Quando veio morar conosco, mal notei sua presença pois ele trabalhava fora, passava alguns dias em casa e depois partia para cidades próximas cuidar do seu trabalho. Assim foi até os meus quinze anos, quando ele se demitiu – pressionado por minha mãe – devido à rotina e sua ausência. Logo, ficou em casa por alguns meses, até conseguir um emprego rapidamente de vigia noturno.
Pois bem. Tive de aprender a conviver com sua presença. Ele era educado, não o tipo ogro troglodita, pelo menos não quando estávamos nós três em casa, e nem tentava ‘mandar’ em mim. Era cada um na sua. Porém, foi nessa época que comecei a conhecer novos desejos e instintos, ficando com alguns garotos escondido e me acabando na punheta sempre que podia.
Minha mãe trabalhava fora, em horário comercial e eu estudava na parte da tarde. Assim, por acordar sempre tarde, via Carlos rapidamente na hora do almoço e depois somente à noite, já com minha mãe em casa, antes de ele sair para o trabalho. Nos tratávamos, eu e ele, com educação, sem maiores intimidades, durante o breve momento na hora do almoço. Tudo se manteve nessa calma durantes um certo tempo, até que algo serviu de estopim para as minhas fantasias com meu padrasto.
Explicarei. Carlos sempre estava vestido em casa, camiseta e bermudão. O máximo a que ele chegava era ficar sem camisa, isso mais no calor e tudo mais. Isso também se aplicava a quando estávamos sozinhos, sempre bermudão, e quase sempre camiseta. Ele acordava tarde, almoçava só às vezes, e fazia os serviços de casa no período da tarde. Suas folgas eram regularmente aos domingos, quando minha mãe também ficava em casa. Aos sábados, geralmente saía à tarde para o clube e voltava de tardezinha.
Certo dia, acordei com o barulho de reforma da casa vizinha. Era cedo, oito da manhã, e como eu sabia que não iria voltar a dormir, fui para o PC, aliviar o tesão matinal. Acordei então, sem fazer mais barulho do que o normal, liguei e PC e comecei a procurar sites e etc. Só que, de pau duro, veio a vontade típica de mijar. Vesti uma bermuda leve um pouco pra cima do joelho sobre a cueca e sai, sem camisa, sem nada pra mijar.
Outra explicação. A casa é pequena, quadrada, com quintal na frente e no fundo. Tem dois quartos, o da minha mãe com o Carlos no começo da casa, ao lado da sala. Depois, meu quarto, um banheiro do lado e logo a cozinha, com janela para a área de serviço e o quintal.
Saí do meu quarto e fui para o banheiro, mas percebi a janela aberta e o rádio ligado, junto do barulho da máquina enchendo. De boa, entrei, mijei – de pau duro, um sacrifício – e saí, para a cozinha, pegar água. Qual não foi minha surpresa ao olhar a lavanderia. Meu padrasto, só de cueca boxer escura, pondo roupa pra lavar.
Quase caí duro no chão de tanto tesão. Uma descrição da minha visão: um metro e oitenta e pouco, quase 1 e 90 de altura, a pele clara, queimada de sol. Um corpo não definido e nem sedentário, coxas de jogador de pelada, um pouco peludas, pelos que subiam da cueca – alguns pentelhos soltos – e subiam num caminho pequeno sobre a barriga não sarada mas também menor do que uma barriga de chopp. Braços fortes, do tipo que o músculo só aparece quando forçado, cabelo meio enrolado, pouco, bem curto. Um tesão de homem.
Meu pau, a essa altura, explodia dentro da cueca. Breve foi o tempo que fiquei ali sem ser percebido, pois logo uma pausa na música deixou que ele ouvisse a água da torneira correndo e olhou pra cozinha, se assustando. Afinal, eu deveria estar dormindo.
– Ah, nossa cara, se tá aí, Pedro? Caiu da cama foi? – ele disse, meio risonho constrangido.
– Ah, foi o barulho do vizinho.
– Hum…
E ele continuava mexendo na roupa, até que pareceu atinar com algo e percebeu que tava só de cueca.
– Nossa cara, foi mal – disse remexendo a roupa jogada no chão – pensei que se tava dormindo, tava calor mano, pensei que tava quase sozinho – e riu.
– Não, ta tudo bem.
Ele então parou e me viu. Ou melhor, me olhou direito. E fixou o volume no meu shorts. Disse meio atropelado que ia voltar pro quarto e dei as costas, não antes de secar – sem querer – a mala naquela cueca. Não era gigantesca, normal, mas impunha respeito. Voltei pro quarto, fechei a porta e janela e deitei na cama, bermuda arriada e pau na mão. Na minha cabeça só conseguia imaginar aquela mala se esfregando em mim e comecei uma punheta que prometia ser a melhor da minha vida.
Eu estava no ápice do tesão quando a porta – destrancada por descuido – se abre e aparece Carlos – de bermudão preto e um volume contido mas nítido no tecido brilhoso. Tudo aconteceu muito rápido. Ele começou um pedido de desculpas, a voz grossa inundou o quarto, registrei aquele homem com um shorts até na metade da coxa parado na minha frente e gozei, soltando um meio gemido, mais um suspiro de alívio, meu gozo atingindo meu peito com três jatos fortes. Mas meu tesão foi mais longe e fez seu pau subir de tesão com a cena.